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Coisas que só aconteceram no Botafogo, pelo bem do Brasil

Por Cláudio Magnavita

O empresário Paulo Marinho, o governador do Estado do Rio, Ricardo Couto e o presidente do Botafogo, João Paulo Magalhães Lins

Se Nelson Rodrigues estivesse vivo, certamente diria que o Feijão Amigo foi a festa perfeita do encontro entre o preto e o branco — o feijão e o arroz—, celebrando as cores do Brasil campeão do mundo, eternizadas nos pés de Nilton Santos, Didi, Garrincha, Amarildo, Zagallo, Gérson, Jairzinho, Roberto Miranda, Paulo César, Carlos Roberto, Afonsinho, Marinho Chagas, Josimar, entre tantos outros craques que fizeram a história do nosso futebol. Uma história que a CBF, ao insistir nos erros de arbitragem e no descaso com a memória de seus ídolos, parece determinada a apagar.

O presidente do Tribunal de Justiça e governador interino do Estado do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto de Castro, foi o homenageado em um almoço promovido na última sexta-feira, 16 de outubro, pelo Clube do Feijão Amigo em parceria com o Botafogo de Futebol e Regatas, no Hotel Fairmont, em Copacabana, Zona Sul da cidade. Durante o encontro, que reuniu mais de 250 convidados entre empresários, políticos, magistrados e ídolos do futebol, o governador recebeu o Conjunto de Medalhas Pedro Ernesto, a mais alta condecoração concedida pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

A entrega da honraria partiu de uma iniciativa do vereador Pedro Duarte (PSD), com o apoio do deputado federal Marcelo Queiroz (PSDB). Ambos ressaltaram a gestão firme e austera de Ricardo Couto à frente do executivo estadual, destacando o respeito ao dinheiro público, a eficiência administrativa e o combate ao desperdício como marcas de seu mandato. O clima da comemoração uniu a tradição da confraria do setor de turismo à paixão alvinegra do homenageado.