Coluna Magnavita | Sucessão na prefeitura do Rio entra na mira
A política é dinâmica. Com a página da sucessão estadual resolvida, as atenções se voltam para a eleição de 2028, com a sucessão na Prefeitura do Rio. Já há uma chuva de candidatos aproveitando o encolhimento do espaço político de Eduardo Paes.
Entre os prefeituráveis, já despontam alguns nomes. Depois da postura de Eduardo Paes com Lula, o PT já pensa em candidatura própria e o nome de Marcelo Freixo é o favorito, principalmente depois do seu sucesso como gestor na Embratur. Pelo PSOL, o nome mais falado é de Mônica Benício, que teve mais votos na capital do que Pedro Paulo na disputa pelo Senado. Pelo PP, surge o campeão de votos do Rio, o deputado Dr Luizinho, mas, para isso, ele teria de desistir de concorrer à presidência da Câmara em 2028. No PL, o nome lembrado é do General Pazuello, também um candidato bom de voto e que fala com todas as correntes; e no PSD, Eduardo Cavaliere, que concorre à reeleição, já que Paes estaria impedido, por ter cumprindo parte do segundo mandato consecutivo.
A sucessão do Tribunal de Justiça ocorre no final de novembro e o novo presidente só tomará posse em 05 de fevereiro, ou seja, Ricardo Couto poderá ficar como governador interino todo o final deste mandato, passando a faixa (inventada por Wilson Witzel) para Douglas Ruas no dia 06 de janeiro. Ele passa o cargo de governador e retorna exclusivamente ao comando do TJRJ.
Há um porém: se Lula for eleito, ele pode ir para a vaga aberta do STF.