Crivella muito além da Universal: eleitores conservadores decidirão sobre o terceiro mandato
Em um cenário de indecisos para o Senado no estado do Rio, a confirmação do nome do ex-senador Marcelo Crivella, como candidato do Republicanos, causou um terremoto. Não faltou gente querendo tirá-lo da disputa no tapetão. Só a providência divina deve ser creditada à sua vitória contra a mobilização jurídica que o queria longe da disputa pelo Senado.
Crivella é um fenômeno político muito além da Igreja Universal. Foi senador por dois mandatos e ganhou a eleição para prefeito do Rio, algo que poucos acreditavam que seria possível. Enfrentou os ataques da Globo e se elegeu. Na reeleição para prefeito, já sob ataques de uma abdução da sua sigla partidária, ele chegou no segundo turno e deu muito trabalho.
A questão que poucos aceitam é que Marcelo Crivella encarna um ente político com luz própria. Foi o precursor do voto de direita e conservador. Materializou a agenda da família, do defensor do lar perfeito e da preocupação com os pobres. O Senado sente até hoje falta do seu espírito pacificador, do estudioso de temas legislativos e da defesa do Rio. Não foi o senador da Igreja Universal como muitos esperavam. Foi o parlamentar que compreendeu o mandato como uma outorga divina e como missão. Quantos missionários já pisaram no plenário do Senado?
Para ser eleito e contar para um terceiro mandato, ele precisa de pelo menos 25% dos votos. Um quinhão que bate com o eleitor evangélico fluminense, ampliado pelo voto mais conservador. Uma das cadeiras reservada ao estado do Rio será destinada ao candidato que usar este figurino.
Ele já foi testado no Senado por dois mandatos e deu tanto certo que foi eleito prefeito. Talvez esta tenha sido a sua maior provação. Pegou uma prefeitura exaurida por uma Olimpíada e Copa, enfrentou adversidades de todas as ordens, inclusive uma pandemia. Foi trucidado por uma mídia de oposição e por manobras que resistiram em uma prisão injusta, no final do mandato e que o ceifou da despedida da própria mãe.-0-
Antes da Polícia, a Rede Globo já estava na sua porta para produzir as imagens do cristão algemado e açoitado por crimes que nunca foram comprovados. Um inocente levado ao martírio da mídia e crucificado por imagens aéreas. Uma ordem de prisão monocrática de uma desembargadora que até hoje sofre pelos excessos que cometeu.
O curioso é que o prefeito eleito, Eduardo Paes, seguindo os scripts da época, receberia o cargo das mãos de um interino, algo que se desenha agora na transição estadual, no caso de ser eleito governador. Uma coincidência repleta de nuances judiciais.
Marcelo Crivella não ficou radioativo. Deixou de disputar a eleição anterior de senador por birra da legenda. Uma espécie de punição por ele não ter aparelhado a prefeitura e nem se dobrado a uma abdução partidária ou da sua igreja. Ele foi o prefeito com missão e que a história começará a repor.
O seu martírio pós-prefeitura o deixou em um limbo jurídico que se arrasta de forma inexplicável até há poucos dias. Queriam impedi-lo de voltar ao Senado, de onde, aliás, nunca deveria ter saído.
As pesquisas mostram que a eleição está aberta. Os nomes que despontavam foram caindo um a um, como ocorreu com as muralhas de Jericó. O que pareceria já decidido no primeiro trimestre de 2026 mudou completamente.
Votar em Crivella agora terá um doce sabor de reparação. Da justiça sendo feita a um ser humano que ora com fervor, que doou todos os seus direitos autorais para obras sociais, edifícios no interior da Bahia, na fazenda Canaã, um dos projetos mais transformadoras de vida, e levará para o Senado o espírito pacificador e de quem teme realmente a Deus.
Cabe a cada evangélico, a cada chefe de família, à aqueles que valorizaram valores morais e espirituais, pensar na trajetória que Marcelo Crivella construiu ao lado de D. Silvia Jane. A sua eleição terá um significado muito além de uma vitória nas urnas. Será a justiça divina corrigindo a luta entre o bem e o mal e compensando todo o martírio que passou sem abandonar a sua fé e resoluto que Deus sabe o que faz.