Coluna Magnavita | O futuro do estado do Rio nas mãos dos 10 ministros do STF
Esta quarta e quinta, com o julgamento dos royalties do Petróleo no STF, será um raro momento de trégua nas rivalidade políticas eleitorais e sobre a sucessão constitucional no governo estadual. Todas forças e correntes do estado devem estar unidas pelo momento decisivo que pode restabelecer a normalidade financeira do Rio. O exemplo dado pela Firjan, Associação Comercial e Fecomércio, de união, deve ser seguido. Quem acompanhou a preparação dos procuradores do estado para sustentação oral na tribuna do STF está com a sensação de que ela será histórica. O julgamento, que será transmitido pela TV Justiça a partir das 14 horas (sempre com um atraso de 20 minutos), será acompanhado com o mesmo entusiasmo de uma final de Copa do Mundo. O Procurador-Geral do Estado, Bruno Dubeux, um dos mais brilhantes advogados da sua geração, sabe que estará enfrentando o julgamento mais importante para o futuro do Rio. São 13 anos esperando a decretação da inconstitucionalidade de uma lei corsária, que tentou dilapidar os cofres do estado. Bom tribuno, Dubeux estará, além dos argumentos jurídicos impecáveis, falando com o coração. Pela importância do julgamento, ele deverá ocupar toda a pauta do Supremo Tribunal Federal com chances de ter continuidade no dia seguinte. Como se diz no latim clássico: "alea iacta est", os dados estão lançados!