Dois pra lá, dois pra cá

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Líder do PL no Senado, Carlos Portinho (PL) relativizou a vantagem de cinco votos obtida por Jorge Messias na Comissão de Constituição e Justiça. Pouco depois das 17h, ele, dissera à coluna que acreditava em uma vitória de Messias por "dois ou três votos" na CCJ.

Portinho disse que acertou: como a votação era na base do sim ou não, um voto para um ou outro gerava uma diferença de dois na soma final.

Mas nem ele esperava placar tão elástico no plenário: previu vitória ou derrota por dois votos.