Vingança

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O voto de Cármen Lúcia, na mesma linha dos três colegas, foi motivado por outra razão. Presidente do TSE, ela se sentiu desrespeitada com a decisão do STF de julgar o caso antes da publicação de acórdão da Justiça Eleitoral. Ontem, Dino tentou consertar sua posição manifestada na véspera, mas não colou.