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CORREIO BASTIDORES | Eleições e a reedição da briga de foice no escuro
Os momentos finais da CPMI do INSS, a prisão de Jair Bolsonaro e o caso Master transformaram as eleições de 2026 numa reedição da briga de foice no escuro — a definição foi dada, no fim de 1983, pelo então governador de Minas Gerais, Tancredo Neves. Ele se referia à sucessão do presidente João Batista Figueiredo, que marcaria a transição para a democracia.
O embate entre oposicionistas e governistas para forçar o indiciamento, pela CPMI, do empresário Fábio Luís Lula da Silva(o Lulinha) e de Jair e Flávio Bolsonaro reforçou que, mais do que nunca, a campanha eleitoral será travada no campo de golpes abaixo da linha da cintura — e todas as armas serão válidas contra os adversários.