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Petrobras e ICL adotam um mesmo discurso para reduzir a concorrência no setor de combustíveis
Um informe comercial assinado pelo Instituto Combustível Legal (ICL), publicado em toda a página 5 do jornal O GLOBO, revela a construção da narrativa que cria uma nuvem de suspeição sobre o envolvimento do setor de combustível com o crime organizado. O que seria mais uma ação midiática do ICL, foi um verdadeiro tiro no pé, ou melhor, um tiro de bazuca em uma das três empresas que formam este ente associativo tripartite. O alvo ida bala perdida foi a Raízen, distribuidora que frequentou o noticiário nacional nas últimas 24 horas por ter tido um bloqueio bilionário (R$ 10 bilhões) pela justiça, transformado depois em bloqueio parcial (R$ 129 mil) em um processo de lavagem de dinheiro.