BRASILIANAS | Mulheres predominam no segmento
O DF tem uma proporção maior de entidades religiosas e de defesa de direitos, enquanto em outras regiões há maior concentração de organizações voltadas para saúde e educação
O DF tem uma proporção maior de entidades religiosas e de defesa de direitos, enquanto em outras regiões há maior concentração de organizações voltadas para saúde e educação
Outro traço marcante é a predominância feminina: 62,3% dos trabalhadores do setor sem fins lucrativos no DF são mulheres, especialmente em áreas como saúde, educação e assistência social. Esse perfil reforça a importância das entidades como espaço de inserção e protagonismo feminino no mercado de trabalho.
Comparando com outros estados, observa-se que o DF tem uma proporção maior de entidades religiosas e de defesa de direitos, enquanto em regiões como São Paulo e Minas Gerais, por exemplo, há maior concentração de organizações voltadas para saúde e educação. Essa diferença reflete tanto a vocação política e comunitária da capital quanto a presença de órgãos federais e movimentos sociais que impulsionam a criação de associações voltadas à cidadania.
Embora haja a predominância religiosa e comunitária, o setor também tem peso econômico relevante. As entidades empregaram 65.267 trabalhadores formais em 2023, com remuneração média de 3,9 salários mínimos.
